5 Incendios em Favelas em 20 dias e 32 em Menos de um Ano na Cidade de São Paulo

 

Para refletirmos sobre essas tragédias que estão ficando quase que cotidianas. Segue o link de um Texto da (*) Urbanista, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e relatora especial da Organização das Nações Unidas para o direito à moradia adequada. Publicado no portal da Carta Maior

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=20790

“A liberação de terra bem localizada para empreendimentos e grandes negócios tem levado a um aumento exponencial de remoções forçadas de assentamentos populares, muitos com décadas de existência, e – pasmem! – vários já regularizados e titulados de acordo com os instrumentos legais. As conquistas no campo do direito à posse da terra desses assentamentos são ignoradas e tratadas de maneira ambígua e discricionária. Ou seja, espoliam-se os ativos dos mais pobres, sem reconhecer seus direitos, porque é mais barato. Mas também porque, dessa forma, limpa-se a imagem da cidade a ser vendida nos stands globais: sem assentamentos populares à vista.” Raquel Rolnik

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